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              Bem-vindo ao Site da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária de Rondônia



Embrapa Rondônia

 

Credibilidade e confiança em pesquisa

Vista parcial da Embrapa Rondônia Entrada da Empresa na BR 364

A Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, mantém em Rondônia uma Unidade de Pesquisa Agroflorestal desde 1975. Com cinco campos experimentais distribuídos estrategicamente pelo Estado, a Embrapa Rondônia é referência na promoção do desenvolvimento sustentável da Amazônia. Seus resultados de pesquisa primam pela excelência e pelo comprometimento com a preservação do ecossistema amazônico, além de garantir a sustentabilidade da agricultura familiar na região.

Promover o desenvolvimento sem agredir o meio ambiente é uma das principais diretrizes dos trabalhos desenvolvidos pelos pesquisadores da Empresa. Nesse contexto, alternativas de exploração comercial e ecologicamente corretas são resultados de anos de pesquisa, garantindo ao seu público-alvo tecnologias com viabilidade econômica e social. A Embrapa Rondônia está localizada em uma região que detém atenções de todo o mundo pela necessidade de preservação ambiental: a Amazônia. Garantir essa sustentabilidade é nosso principal compromisso. Abaixo, conheça mais a Unidade navegando pelos links.

Missão

- Viabilizar soluções tecnológicas para o desenvolvimento sustentável do  agronegócio da Amazônia, com foco em  Rondônia, por meio da geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias, em  benefício da sociedade.

Objetivos

- Viabilizar soluções tecnológicas para o desenvolvimento sustentável e competitivo do agronegócio de Rondônia, com ênfase na produção de alimentos e matérias-primas, em uma economia globalizada;

-  Viabilizar soluções tecnológicas para a promoção da sustentabilidade econômica e ambiental dos sistemas produtivos agropecuários e florestais de Rondônia;

-  Viabilizar soluções tecnológicas que contribuam para diminuir os desequilíbrios sociais, com ênfase na promoção sócioeconômica da agricultura familiar;

- Viabilizar soluções tecnológicas para o fornecimento de matérias-primas e alimentos que promovam a saúde e a melhoria do nível nutricional e da qualidade de vida da população

Campos Experimentais

Porto Velho

Instalação da empresa em 1975

Centro de Pesquisas Agroflorestais               de Rondônia - 2004

Situação geográfica:

Localizado no município de Porto Velho a 96,3m de altitude, 8°46´de latitude sul e 63°5´de longitude oeste, o Campo Experimental está na área de fundos da Sede Administrativa, a apenas 3 km, junto ao km 5,5 da rodovia BR 364.

Formado por uma área de 498 hectares cedida pelo Departamento Nacional de Experimentação Agrícola do Amazonas (DNEPEA), órgão do Instituto de Pesquisa e Experimentação Agrícola da Amazônia Ocidental (IPEACAO) e vinculado ao Ministério da Agricultura, onde eram desenvolvidos projetos de seringueiras do Departamento Federal de Agricultura (DFA).

O solo

De baixa fertilidade natural com predominância de cocrecionários, lateteríticos e latossolo amarelo, latossolo vermelho-amarelo, laterita hidromórfica e cambissolo, textura pesada.

O clima

Clima: tropical úmido do tipo Am;

Precipitação anual : 2.200 mm;

Estação seca : junho a setembro;

Temperatura média anual: 24,9 º C.

A umidade

A umidade relativa do ar varia entre 80 e 89%, em média.

Estação meteorológica

Em convênio com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), mantemos três estações meteorológicas: duas em Porto Velho e uma em Vilhena, localizada no sul do Estado, com nossos funcionários coletando e abastecendo de informações aquele Instituto.

Instalação

Os trabalhos no Campo Experimental também foram ativados desde 1975, já que a unidade deu continuidade ao projeto de seringueira, introduzindo outras culturas.

Experimentos

Foram instalados experimentos com guaraná, mandioca, pimenta-do-reino, arroz, pupunha para palmito, feijão, pastagens, gado de leite, bubalinos, café orgânico, cupuaçu com e sem sementes, ovinos e caprinos, essências florestais e coleção de fruteiras tropicais. O centro também desenvolve o consórcio entre cupuaçu e pupunha.

Hoje

As pesquisas desenvolvidas no Campo Experimental de Porto Velho estão centradas nos projetos de gado de leite, pastagens, bubalinos, guaraná, cupuaçu, espécies florestais, plantas medicinais, cana mais uréia e fenologia. A unidade também possui uma vitrine tecnológica e desenvolve culturas anuais, como arroz e milho.

Machadinho d'Oeste

Situação Geográfica

Localizado no município de Machadinho d’Oeste, em Rondônia, ocupando uma área de 208 hectares. Desse total, somam-se 170 hectares com mata virgem.

O solo

Latossolo amarelo, latossolo vermelho-amarelo.

A umidade

Em média de 75%.

Instalação

Instalado em meados de julho de 1984, juntamente com o assentamento de agricultores pelo Projeto Integrado de Colonização do Incra.

Experimentos

Em 1985 foram realizados os primeiros experimentos com a instalação da Unidade de Observação com mandioca, maracujá, guaraná, seringueira, café, citrus e pastagens. Uma Unidade Demonstrativa também foi instalada, reunindo bubalinos (para tração e produção de leite), ovinos e caprinos. Todos estes trabalhos foram executados com recursos do programa Polonoroeste. Em 1987 foi instalado um dos primeiros Sistemas Agroflorestais (SAF’s) no Estado com área de 4,8 hectares.

Hoje

O Campo Experimental de Machadinho d’Oeste conta com 10 experimentos instalados, além de mais sete Unidades de Observação em sua área e mais quatro em áreas de produtores. Os trabalhos estão centrados em Sistemas Agroflorestais, com espécies nativas e outras adaptáveis.

Coleções de espécies florestais e uma estação meteorológica em convênio com o Reino Unido para a captação de dados climáticos via satélite, enviados diretamente para a Inglaterra, também são atividades que se destacam. Tecnologias para a agricultura familiar com café e grãos são constantemente pesquisadas, resultado de parceria com a Emater e o Incra no assentamento de colonos.

Outras informações

A arrecadação do Campo Experimental vem da comercialização de sementes de pupunha, frutos de cupuaçu, arroz e café. Os parceiros são a Prefeitura Municipal de Machadinho d’Oeste, Emater e Associação de Produtores.

Ouro Preto d’Oeste

                                                       Sistemas agroflorestais em Ouro Preto d'Oeste  

Situação Geográfica

O campo está localizado no Município de Ouro Preto d’Oeste, em Rondônia, e possui uma área experimental de 112 hectares localizada em área urbana.

O solo

Latossolo vermelho-amarelo, podzólico vermelho-escuro e podzólico vermelho-amarelo 

A umidade

Em média, a umidade relativa do ar é de 78%. 

Instalação

Em 1976, em visita a Ouro Preto d’Oeste, o subchefe da Embrapa Rondônia Moacir José Sales Medrado, após análise da área, resolveu investir na instalação de uma base física, onde seriam implantados os primeiros experimentos. Foi escolhida uma área que ficava situada no km 4 da BR 364 (sentido Ouro Preto d’Oeste, na saída de Ji-Paraná).

Experimentos

Inicialmente, trabalhou-se na pesquisa "consórcio café x seringueira" e café solteiro, além das culturas de milho, feijão, arroz, guaraná, pimenta-do-reino, pastagens, leguminosas e olericultura. A pesquisa de heveicultura (seringueira) foi perdendo importância no Estado e no País, em razão dos baixos preços da borracha praticados no mercado, devido a produção de látex pelos países asiáticos. 

Hoje

O foco principal da pesquisa no Campo Experimental de Ouro Preto d’Oeste é a cultura do café conilon, com seleção e multiplicação de clones com melhoria da qualidade e produtividade. Outras pesquisas desenvolvidas estão centradas na cultura de espécies florestais, milho, arroz, feijão, algodão e cana-de-açúcar.

Outras informações

O Campo Experimental de Ouro Preto d’Oeste vendeu, em média, 2,6 toneladas de sementes de café selecionado (Robusta e Arábica) nos últimos três anos. Do Campo Experimental, já se produziu mais de quatro mil clones de café, colhido em áreas de produtores das regiões vizinhas. Todo o café consumido na Embrapa Rondônia é proveniente do Campo Experimental. O produto ainda gera a venda média de três toneladas de grãos residuais provenientes da pesquisa.

Campo Experimental de Vilhena

Situação Geográfica

Localizado no Município de Vilhena, região sul de Rondônia. Possui uma área experimental de 300 hectares.

O solo

Latossolo vermelho-amarelo, fase cerrado

Instalação

Instalado em 1979 na fazenda "Chapadão", área particular de produtor.

Experimentos

Os primeiros experimentos formados eram de arroz e soja. Entre os anos de 1980 e 1981, experimentos dos dois tipos de grãos, além de milho e feijão, foram implantados também em outra propriedade: na fazenda "Durvalino". Um ano depois, em 1982, foram formados experimentos com seringueira. No entanto, as pesquisas foram paralisadas em decorrência da extinção de programas de incentivo. Em 1986, iniciaram-se pesquisas com frutas, mas que também foram paralisadas.

Já em 1996 foram iniciados experimentos de soja visando o melhoramento genético, o que proporcionou o lançamento de três novas cultivares, rendendo royalties de sementes básicas já disponíveis aos produtores. Este trabalho foi resultado de parceria com a Embrapa Soja, unidade da empresa localizada em Londrina, no Paraná, e com a Fundação Mato Grosso.

O convênio entre as instituições foi extinto, mas em seguida outra parceria foi firmada com a Fundação Centro Oeste, com o objetivo de desenvolver e continuar as pesquisas com melhoramento genético de soja.

Hoje

O Campo Experimental de Vilhena é referência em pesquisas com melhoramento genético da soja, milho, arroz, algodão, feijão e pinus.

Campo Experimental de Presidente Médici

Situação Geográfica

O Campo experimental de Presidente Médici fica localizado na Linha 124, Setor Muqui, com acesso pela BR 364, KM 10, no Município de Presidente Médici-RO.

O solo

Podzólico Vermelho-amarelo

A umidade

A umidade relativa do ar é em média 80%

Instalação

O Campo Experimental de Presidente Médici/RO, foi instalado em meados dos anos de 1975/1976, na Fazenda Hermes de propriedade do Sr. José Milton Andrade Rios, Localizada na BR 364, KM 12, onde se realizam trabalhos com introdução de pastagem “Brachiaria Humidícula”, conveniado com o Banco da Amazônia – Pró-Pasto, que durou até inicio do ano de 1981.

Experimentos

No ano de 1981 a Embrapa adquiriu uma área própria de 100 ha, localizada, que é o atual Campo experimental.

Entre os anos de 1982 a 1986, com o advento do Programa Pólo Noroeste, o Campo Experimental de Presidente Médici se destacou com as pesquisas realizadas na área de hortaliças, proporcionando aos produtores conhecimentos sobre diversas culturas, que até hoje são cultivadas e introduzidas no mercado. Outro grande sucesso da época, foi o trabalho realizado com recria e adestramento dos animais bubalinos que são usados na tração animal, que muito contribuiu com os pequenos produtores na abertura e desenvolvimento de suas propriedades.

Também foram introduzidas 12 clones de seringueiras, não se obtendo o resultado desejado em face do encerramento do convênio. Entre estes, foram realizados outros trabalhos  com:cultivares de mandioca; milho; algodão; arroz; feijão, laranja, limão, manga, banana, etc...

Hoje

Atualmente estamos trabalhando com cultivares de cana-de-açúcar em convênio com Petrobrás, introdução de cultivares de panicuns: Tobíatã; Mombaça; Centenário; Vencedor; Massai; Pujuca e Tanzânia.

Continuamos com a recria e adestramento de bubalinos, que são repassados as Associações de Produtores Rurais para atendimento aos associados. Esse campo conta hoje com 35% da área intacta e o restante ocupada por pastagem e experimentos de seringueira, cerejeira e outros. O trabalho com tração animal, utilizando bubalinos, foi um sucesso.